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USUÁRIO: "E a direção se arde toda se alguém se queixa. Chamam de gestão de sucesso.. #palhaçada!"

O Hospital Regional de Campo Maior volta a ser alvo de uma grave denúncia envolvendo aplicação de medicação errada em seus pacientes.

DIZEM AINDA: "Gestão de incompetentes (...) Ali nem Hospital é! Pra mim é um chiqueiro porque tratam as pessoas como se tivessem tratando animais..."

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É com esses relatos que os campomaiorenses repudiam mais uma grave denuncia dentro do Hospital Regional de Campo Maior. Depois de ser acusado de negligênciar o atendimento diante da morte do Sr. Antônio Ribeiro de Carvalho, 62 anos, no final do mês de maio, desta vez a casa de saúde é acusada de medicar de forma errada uma paciente.

A paciente teria passou mal após receber doses de uma substância no qual era alérgica. De acordo com Junior Bandeira (Acompanhante), a enfermeira teria aplicado o medicamento mesmo contento na ficha do paciente a rejeição da substancia na qual ela foi submetida a pelo menos duas doses o que provocou reações adversas que levou a paciente a ser transferida com urgência para um Hospital na capital piauiense. O fato aconteceu na manhã desta quarta-feira (14) em um dos leitos do Hospital.

Chamado de "abatedouro", não é a primeira vez que uma denuncia de aplicação medicamentosa "errada" provoca reações adversas em pacientes dentro do HRCM. Em Setembro de 2015 uma provável medicação equivocada teria provocado a morte da pequena Sara Valentina após ter dado entrada no Hospital de Campo Maior com febre e dores abdominais. Dois anos depois o caso  que repercutiu em todo Estado ainda continua um mistério e um processo contra o Hospital corre na Justiça. 

Avó e Mãe da pequena Sara Valentina

Além do caso da morte Sara Valentina, o HRCM também foi acusado pela mãe da pequena Isabela Alves Feitosa, que chegou a afirmar que a negligência médica teria contribuído com a morte de sua filha em junho de 2016. Na época, a mãe concedeu entrevista exclusiva ao "De Olho" e disse que o medicamento receitado no Hospital ocasionou reações adversas que levaram a morte prematura de sua filha. 

Maria Antônia, mãe da criança falecida no hospital

A falta de profissionais qualificados e de uma gestão focada nas resoluções do problemas do Hospital que atende  as 16 cidades da Região de Campo Maior é alvo diário dos pacientes e usuários daquela casa de saúde. 

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HOSPITAL NEGA

Procurado pela nossa redação, a ouvidoria do Hospital Regional de Campo Maior disse que até o momento do nosso contato não havia nenhum relato de ocorrência conforme a denuncia, mas que sua assessoria jurídica iria ser acionada para acompanhar o caso. 

 

VEJA O QUE PENSAM OS CAMPOMAIORENSES