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Morreu no início da tarde desta quarta-feira (23/06) no Hospital Regional de Campo Maior uma criança identificada como Isabela Alves Feitosa ainda por motivo desconhecido. Segundo testemunhas, a criança começou a passar mal logo após ter sido alimentada pela mãe e medicada, apresentando um quadro grave de dispnéia (falta de ar) e logo após ter perdido os sentidos pela provável falta de oxigenação no cérebro.

Maria Antônia, mãe da criança falecida no hospital 

Mãe e filha são naturais da comunidade Vassouras, município de José de Freitas. Segundo a mãe, logo que a criança apresentou um quadro inicial de pneumonia, esta teria se deslocado ao hospital do município de origem, porém, sem ter recebido o devido tratamento, foi encaminhada ontem, 22 de junho, ao Hospital de Campo Maior, onde foi constata seu início de Pneumonia.

A mãe, Maria Antônia, afirma que a causa da morte de sua filha foi a negligência médica pois, mesmo que o médico fizesse visitas regulares à criança, o medicamento receitado por este teria ocasionado reações adversas que levaram à morte prematura de sua filha. "Quando chegamos ao hospital ontem (terça-feira) ela demorou muito tempo para ser atendida, só foi internada e medicada hoje (quarta-feira). Hoje de manhã ela já estava melhor, já estava se alimentando e andando. Ela piorou quando foi aplicado o remédio", disse a mãe da criança.

Testemunhas afirmam que, quando a criança estava recebendo a massagem cardíaca para a reanimação, esta teria vomitado todo o leite que fora tomado. A mãe, muito abalada e sob o efeito de tranquilizantes ainda, entre muito choro, tentou explicar a situação: "Vieram me dizer que ela tinha morrido engasgada, mas eu não acredito nisso. Foi a medicação", finalizou Maria Antônia.

No ano passado outra criança faleceu no Hospital Regional de Campo Maior, quando Sara Valentina teria sido medicada de forma errada. De acordo com o promotor, uma enfermeira do Hospital Regional de Campo Maior foi quem preparou as injeções de cloreto de potássio, que deveria ser diluída no soro fisiológico antes de ser aplicada na paciente, e uma outra com dipirona que devia injetada na veia. Após o preparo, as medicações foram entregues a uma técnica de enfermagem, que fez a aplicação.