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Economia

Em abril de 2017, o custo da cesta de alimentos básicos de Teresina foi de R$ 397,30, uma variação de 1,57% em relação a março, sendo a 13ª mais cara entre as 27 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Em 12 meses, a variação foi de 5,05% e no primeiro quadrimestre de 2017, de 4,84%.

No mês de abril de 2017, houve elevação do valor médio do tomate (15,09%), café em pó (1,41%), leite integral (1,37%) e da banana (0,14%). O pão francês não apresentou variação. Os demais produtos tiveram retração no preço médio: óleo de soja (-6,05%), feijão carioca (-3,03%), manteiga (-2,75%), açúcar cristal (-2,61%), farinha de mandioca (-1,11%), arroz branco agulhinha (-0,25%) e da carne bovina de primeira (-0,14%).

Nos últimos 12 meses, 10 produtos tiveram alta acumulada de preços: manteiga
(43,90%), café em pó (30,91%), tomate (16,67%), leite integral (15,93%), arroz agulhinha (13,56%), farinha de mandioca (9,70%), açúcar cristal (3,83%), óleo de soja (1,70%), pão francês (0,74%) e a carne bovina de primeira (0,13%). Os demais tiveram retração: feijão carioca (-22,19%), e a banana (-3,40%).

O trabalhador teresinense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou
cumprir jornada de trabalho, em abril, de 93 horas e 17 minutos, maior que o tempo necessário em março, de 91 horas e 50 minutos. Em abril de 2016, a jornada ficou em 94 horas e 33 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após os descontos previdenciários, verifica-se que o trabalhador teresinense, remunerado pelo piso nacional, comprometeu, em abril de 2017, 46,09% dos vencimentos com a cesta. Em março, o percentual exigido era de 45,37%. Já em abril de 2016, o comprometimento foi de 46,72% do salário mínimo líquido.

Cesta básica nacional x salário mínimo
Em abril de 2017, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 93 horas e 17 minutos, maior que o de março, 90 horas e 33 minutos. Em abril de 2016, o tempo era de 96 horas e 26 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em abril, 46,09% do salário mínimo para adquirir os mesmos produtos que, em março, demandavam 44,74%. Em abril de 2016, o percentual foi de 47,64%.

Salário Mínimo Necessário
Com base na cesta mais cara, que, em abril, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em abril de 2017, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.899,66, ou 4,16 vezes o mínimo de R$ 937,00. Em março de 2017, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.673,09, ou 3,92 vezes o mínimo vigente. Em abril de 2016, o salário mínimo necessário foi de R$ 3.716,77, ou 4,22 vezes o piso vigente, que equivalia a R$ 880,00.

 

Fonte: Com informações da Ascom/DIEESE/180

Faltando um dia para o fim do prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, a Receita Federal recebeu 23.463.958 declarações. O volume equivale a 82,6% dos 28,3 milhões de declarações esperadas. O balanço leva em conta os envios até as 17h.

Os cerca de 4,9 milhões de contribuintes que ainda não enviaram a declaração têm até as 23h59 de amanhã (28) para fazê-lo. O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita.

A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos acima de R$ 28.559,70 no ano passado. Precisa ainda declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quem não enviar a declaração do IRPF 2017 no prazo está sujeito ao pagamento de multa, que varia de R$ 165,74 até 20% sobre o valor do imposto devido.

Fonte: Agência Brasil

As mudanças nas regras do cartão de crédito começam a valer partir de hoje (03). Dentre as alterações está o financiamento do saldo devedor a juros baixos e parcelas fixas. A partir de agora, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo. A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro.

“A principal mudança é a possiblidade de você financiamento do seu saldo devedor. Antigamente, você pagava o valor mínimo, que seria 15% ou menos, e financiaria o resto com uma taxa de juros caríssima. A partir de agora, o Governo Federal obriga as operadoras a fazerem um financiamento parcelado com parcelas fixas e juros menores”, explicou o contador e auditor independente, Jorge Ivan Teles.

Outro ponto de destaque é que, diferente do que ocorria antes, quem optar por pagar o valor mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

Para o contador, as novas regras têm como objetivo fazer com que as taxas de juros diminuam e as pessoas possam pagar os seus cartões de crédito. Quem negociou o saldo devedor antes dessa mudança poderá fazer o financiamento caso não consiga quitar a dívida, disse Jorge Ivan, mas precisa ter atenção para saber se a taxa de juros negociada anteriormente é maior ou menor a nova regra. “Se for menor vale a pena manter o que fez, mas se for maior vale a pena refazer”, ressaltou o contador. A taxa de juros é livre e varia de banco para banco.

“A taxa de juros é cara por causa da inadimplência. O Governo quer na prática fazer com que as pessoas tenham um fôlego e possam consumir. Se você está só pagando juros aos bancos você para de consumir e, consequentemente, você para de gerar empregos no comercio e na indústria. A ideia é fazer com que você pague menos juros e volte aquele excesso de dinheiro que possa a ter vir a consumir no mercado”, comentou o contador.

O que muda?

A partir desta segunda (3), o consumidor que não conseguir fazer o pagamento integral de sua fatura do cartão de crédito poderá fazer o pagamento mínimo de 15% apenas por um mês. Na fatura seguinte, ele não poderá repetir o processo, pois o banco é obrigado a oferecer uma linha de crédito para que o consumidor parcele a sua dívida. O cliente negocia então um prazo e uma taxa de juros para pagar a pendência. Entre os grandes bancos brasileiros, quatro já anunciaram as taxas que vão ser oferecidas – todas menores que os atuais juros do cartão, variando de 0,99% a 9,99% ao mês.

Na prática, em vez de alongar indefinidamente sua dívida fazendo o pagamento mínimo da fatura por vários meses consecutivos, o cliente terá de assumir o financiamento de sua dívida com prazo determinado e juros menores. É importante destacar que, pelas novas regras, o cliente ainda pode fazer o pagamento integral de sua dívida a qualquer momento, mesmo antes do vencimento da próxima parcela.

 

 

Fonte: Cidade Verde.

1º passo: saber o nº do PIS, Pasep ou NIT

É fundamental saber o número do PIS/Pasep ou o NIT (Número de Identificação do Trabalhador). O NIT é um código de identificação fornecido pela Previdência Social para quem não tem inscrição no PIS ou no Pasep --como o trabalhador doméstico, por exemplo.

Esses números podem ser localizados no cartão PIS/Pasep ou na carteira de trabalho.

Se não encontrar esses números, é possível ligar e perguntar na Central de Atendimento da Previdência Social: telefone 135, funciona das 8h às 23h, de segunda-feira a sábado. É preciso informar alguns dados pessoais, como nome completo, nome da mãe, número do CPF e data de nascimento. O número é fornecido na hora.

2º passo: onde pesquisar?

=> Agência da Caixa

O trabalhador pode ir a uma agência da Caixa Econômica Federal, levando documentos de identificação, carteira de trabalho e o número do PIS, Pasep ou NIT.

=> Pela internet

Também é possível tirar o extrato pela internet no site da Caixa. Com o número do PIS, Pasep ou NIT em mãos, acesse o endereço http://zip.net/bdnfct (link encurtado e seguro). Nessa página, preencha um cadastro (com nome completo, nome do pai, nome da mãe, CPF, RG, título de eleitor e data de nascimento), confirme os dados e crie uma senha.

Serão informados os seguintes dados da conta:

  • Dados cadastrais do empregador;
  • Dados cadastrais do empregado;
  • Data da última atualização realizada no saldo;
  • Saldo;
  • Todos os lançamentos verificados na conta (débitos e créditos) relativos ao mês corrente mais os seis meses anteriores.

=> Por aplicativo de celular

O trabalhador pode consultar o FGTS por meio de aplicativo para celular, disponível para download gratuito em celulares de qualquer sistema operacional: Android (na Google Play), iOs (na App Store) e Windows (na Windows Store).

Também é preciso informar o número do PIS, Pasep ou NIT e ter uma senha cadastrada.

Se ainda não tem senha cadastrada, acesse o endereço http://zip.net/bdnfct (link encurtado e seguro). Nessa página, preencha um cadastro (com nome completo, nome do pai, nome da mãe, CPF, RG, título de eleitor e data de nascimento), confirme os dados e crie uma senha.

=> Por mensagem de SMS

O trabalhador pode se cadastrar para receber informações do extrato do FGTS por mensagens no celular. Porém, ao aderir a esse serviço, deixa de receber o extrato bimestral em papel em casa. O extrato anual do FGTS, com as informações consolidadas do ano, continuará a ser enviado pelo correio.

Como se cadastrar no serviço de SMS? Com o número do PIS, Pasep ou NIT em mãos, acesse o endereço http://zip.net/bdnfct (link encurtado e seguro). Nessa página, preencha um cadastro (com nome completo, nome do pai, nome da mãe, CPF, RG, título de eleitor e data de nascimento), confirme os dados e crie uma senha.

Como sacar o FGTS pelas regras atuais?

Atualmente, é possível sacar o FGTS nas seguintes situações:

  • estar há três anos seguidos sem emprego com carteira assinada;
  • ter sido despedido sem justa causa (nesse caso, só pode sacar o dinheiro relativo ao último emprego);
  • ter se aposentado;
  • para comprar a casa própria.
  • Veja aqui a lista de todas as possibilidades de saque: http://zip.net/bxtrP1

Tendo direito, é preciso comparecer a uma agência da Caixa com documento de identificação com foto, carteira de trabalho e número de inscrição no PIS/Pasep. Além disso, são exigidos documentos específicos, dependendo da circunstância em que o trabalhador solicitar o saque do FGTS.

Se o trabalhador foi demitido sem justa causa, cabe ao empregador comunicar o ocorrido à Caixa. Em até cinco dias úteis o trabalhador poderá sacar seu benefício.

Nos demais casos, a solicitação de saque é feita pelo próprio trabalhador, que deve comparecer a uma agência da Caixa portando os documentos.

Exceção: saque inferior a R$ 1.500

O saque de valor igual ou inferior a R$ 1.500,00 pode ser feito nas casas lotéricas, nos correspondentes Caixa Aqui ou nos caixas eletrônicos para trabalhadores que têm o Cartão Cidadão e senha. O Cartão Cidadão pode ser solicitado nas agências da Caixa ou pelo telefone 0800 726 0207.

Nas demais situações, o saque dos recursos só pode ser feito em uma agência da Caixa.

 

FONTE: UOL